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Quando se fala em gestão, o que vem à sua cabeça? Se a sua resposta foi apenas relacionada a questões financeiras e/ou comerciais, saiba que o tema vai muito além dessas áreas. É possível aplicar a gestão em diversos setores. Um deles é o setor médico.

Veja como!

Gestão é conhecimento

Nos dias atuais, é necessário ter algum diferencial competitivo de mercado e se enganam os profissionais médicos que acreditam que apenas o conhecimento técnico adquirido na faculdade é o suficiente. É neste ponto que entra a gestão no setor.

Antes de tudo, é preciso entender que ela, por si só, já é sinônimo de conhecimento. E conhecimento nunca é demais, não é mesmo?

Além disso, é por meio de uma boa gestão que habilidades e competências são melhores desenvolvidas para alcançar os tão sonhados resultados. Isso vale para qualquer carreira, incluindo a carreira médica!

Como aplicar a gestão na carreira médica

Ao melhorar as suas práticas de gestão, você garante a rentabilidade de sua empresa, seja ela uma pequena clínica ou consultório, ou um grande hospital.

As vantagens da aplicabilidade da gestão na carreira médica são inúmeras, e incluem, entre outros:

  • Oferecer uma excelente jornada ao paciente que se atende;
  • Conseguir utilizar as tecnologias a favor de uma melhor assistência, adequando a empresa à transformação digital;
  • Se comunicar adequadamente com o seu paciente e sua equipe de trabalho;
  • Compreender a importância da governança corporativa; e
  • Entender melhor questões como sustentabilidade e responsabilidade social dentro das instituições de saúde.

Por onde começar

Para aperfeiçoar a gestão médica é preciso bastante estudo e, neste ponto, o MBA em Saúde: Gestão de Clínicas e Hospitais pode ajudar.

“Como o consultor indiano Ram Charan aconselha em seu pipeline de liderança, médicos iniciam suas carreiras gerenciando-se a si próprios em seus consultórios. Para galgar novos degraus, é necessário desenvolver habilidades e competências que os conduzirão ao sucesso pretendido em suas carreiras”, conta a coordenadora do curso, Maria Laiz Zarnardo.

O MBA está com inscrições abertas para a próxima turma e condições especiais para matrículas antecipadas. Não vai perder essa oportunidade, vai? Inscreva-se aqui.

O cenário econômico brasileiro atual vem apresentando grande vulnerabilidade para o país, com dólar em alta, ameaça de alta da inflação, estimativas para o PIB cada vez mais baixas e, ainda, o chamado mundo VUCA.

Diante disso, quem trabalha com Finanças precisa saber como lidar e contornar essa situação da melhor forma, investindo em qualificação e um melhor uso das ferramentas disponíveis no mercado.

Entenda melhor o que está acontecendo e saiba mais sobre a importância de se destacar e garantir a rentabilidade da empresa mesmo em momentos de crise!

O mundo VUCA

À medida que as tecnologias avançam e os consumidores se tornam cada vez mais empoderados e independentes, o mundo (ou ambiente) VUCA se torna mais evidente. O termo existe há décadas e foi criado dentro de um contexto militar, mas vem ganhando cada vez mais espaço dentro das organizações.

VUCA vem do inglês: Volatility (Volatilidade), Uncertainty (Incerteza), Complexity (Complexidade) e Ambiguity (Ambiguidade). Em outras palavras, exatamente o cenário em que vivemos atualmente.

Para quem trabalha com Finanças, saber se adaptar a este ambiente é extremamente importante porque, além dele, existem os fatores externos e ligados à economia, como a questão da Reforma da Previdência e as demais questões já citadas anteriormente.

Para além disso, o mundo VUCA estimula novos modelos de negócios de forma rápida, o que pode trazer um aumento da concorrência e uma exigência ainda maior do público-alvo da empresa.

Mas não é preciso se desesperar! O mundo VUCA pode parecer assustador, mas é uma realidade que não há como fugir. Com a devida adaptação, flexibilidade e uma boa e hábil gestão, as empresas poderão lidar de forma tranquila com a situação e até tirar proveito dela nos negócios.

Como o gestor financeiro deve lidar com os riscos

Para lidar com os riscos de um mundo VUCA e os demais riscos de uma empresa, o gestor financeiro precisa, entre outras questões:

  • Ter um alto domínio de ferramentas financeiras e de controladoria, elas é que vão garantir uma boa rentabilidade mesmo em momentos de crise;
  • Tomar decisões assertivas e acompanhá-las para que não haja desvios e desperdícios;
  • Ter uma boa gestão do capital de giro;
  • Considerar todos os riscos;
  • Considerar todos os custos;
  • Saber ser flexível.

Para adquirir ou desenvolver todas essas competências, não basta somente a vivência prática, onde não há tanto espaço para erros. É preciso alinhar prática com a devida qualificação – por isso ela é tão importante para o gestor financeiro da empresa, afinal de contas, é ele quem garante as contas no azul e mesmo a sobrevivência da empresa em meio a tantos conflitos.

“Você só gerencia aquilo que você controla”

A frase acima é do professor Fabiano Simões, mas pode se aplicar ao trabalho de todo o gestor financeiro e controller.

É ela quem permeia também o MBA em Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria da MMurad/FGV, coordenado pelo professor, que também é consultor e palestrante nas áreas de formação de preço, gestão de custos, orçamento e valuation.

“A frase tem muito a ver com a questão da qualificação do gestor, que não se relaciona apenas com aprender, mas também dispor de ferramentas que já possam ser aplicadas no dia seguinte à aula, com resultado imediato”, explica Fabiano.

O curso está dividido em três decisões: Decisão de financiamento, que consiste em como captar recursos levando em consideração custo da dívida e riscos; Decisão de investimento, relativo à como aplicar os recursos captados de forma eficiente; e Decisão operacional, que se refere a como usar a capacidade operacional de forma eficiente.

“Este MBA não é feito só para quem é contador ou para quem trabalha na área de Finanças, é pra quem tem uma empresa e precisa maximizar o resultado dela e até para outras áreas que desejam ter um maior controle da operação, uma maior gestão do resultado do seu departamento”, conta o professor.

O que está esperando? O MBA em Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria está com matrículas abertas e condições especiais para a turma do segundo semestre. Inscreva-se aqui.

O mercado imobiliário em 2019 mostra um cenário mais positivo para empresários e investidores.

Apesar da retomada aparentemente lenta, grande parte das incorporadoras e construtoras imobiliárias já vêm realizando grandes lançamentos e prevê ainda mais deles até o final do ano.

Dentro desse contexto, algumas dicas podem ser valiosas na hora de sair na frente no mercado imobiliário ainda em 2019. Veja quais e avance neste que é um dos mercados mais tradicionais e pujantes da economia brasileira!

Esteja atento à Região Sudeste

A competição na Região Sudeste está acirrada este ano. Isso porque a região é a grande praça de prospecção e investimentos dos empresários.  É o que afirma a pesquisa “Perspectiva de Mercado”, da Associação para o Desenvolvimento Turístico e Imobiliário do Brasil (ADIT Brasil).

Segundo o estudo, realizado com empresários do setor entre o fim de 2018 e início de 2019, 34% dos empresários investirá na região este ano.

Quem aparece como segundo maior local de investimento é a Região Nordeste (26%), seguido pela Sul (25%), Centro Oeste (12%) e Norte (3%).

Assim, vale uma atenção maior na região que abarca Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e o Espírito Santo, que promete um boom no mercado.

Utilize o CRM imobiliário

Em um cenário digital como o que vivemos, não dá para ficar refém de milhares de papéis e tabelas de Excel, não é mesmo? Uma das ferramentas imprescindíveis para um bom gestor imobiliário é o uso de um CRM voltado para o mercado imobiliário.

Nele, você consegue armazenar todas as informações dos clientes e o seu relacionamento com eles, desde o primeiro contato com a incorporadora e construtora até a conversão em venda. 

Além disso, com o CRM você também consegue uma melhor organização de sua carteira de clientes, tendo uma visão geral de tudo e conseguindo pensar estrategicamente os seus próximos passos. 

Contratos digitais

Seguindo o mesmo princípio de uma melhor gestão e um uso mais sustentável de papéis, uma prática que também tem sido adotada pelos grandes players do mercado imobiliário é o uso de contratos digitais.

Com ele, além da sustentabilidade, a segurança também é garantida. Os contratos digitais são criptografados de ponta a ponta, o que assegura a identidade e dados de corretores, gerentes e clientes – algo que o contrato impresso não traz.

Sem falar na praticidade e no ganho de tempo e produtividade para os dois lados. O contrato digital pode ser assinado em qualquer lugar do mundo, sem que, necessariamente, o comprador precise ir até a construtora.

Invista em sua capacitação e na de seus colaboradores

Se capacitar nunca é demais. E isso vai de participação em congressos e workshops até cursos e especializações mais robustas.

Uma dica é o Conecta Imobi, o maior evento de marketing, vendas e tecnologia voltado para o mercado imobiliário.

São mais de 6 mil profissionais do mercado totalmente voltados para imersão e networking, em dois dias de evento – esse ano, ele será realizado nos dias 24 e 25 de setembro, em São Paulo.

O MBA em Gestão: Incorporação e Construção Imobiliária da MMurad/FGV também é outra dica valiosa. A especialização desenvolve uma visão holística das atividades de desenvolvimento imobiliário, com foco nas atividades de incorporação e construção de edificações.

“O conteúdo inclui desde fundamentos básicos para a gestão de negócios até as etapas essenciais do ciclo de vida dos empreendimentos imobiliários, passando por tópicos específicos de áreas afins e pelo desenvolvimento de habilidades gerenciais”, explica o coordenador do curso, Daniel Falcão.

A turma da especialização, inclusive, já está confirmada, com aula inaugural no dia 30 de maio. Inscreva-se aqui.

Assista os vídeos institucionais da FGV e confira o porquê do MBA FGV ser a melhor opção para sua carreira.

A meta de toda empresa é aumentar seus lucros ao mesmo tempo em que reduz seus custos. As soluções de Business Intelligence (BI) garantem o alcance desse objetivo dentro de um mercado cada vez mais fluido e competitivo.

A pergunta que fica é: 

Quem será a pessoa responsável por conduzir sua empresa dentro desses novos tempos? A resposta pode ser você!

Inteligência é sair da zona de conforto

  • O ditado diz que é inteligente quem sabe que sempre precisa aprender um pouco mais.

A falta de visão macro sobre o negócioo mercado e o público, pode travar as possibilidades de crescimento da empresa. Uma organização que quer crescer é aquela que sobrevive muitos anos e se dispõe a se transformar de tempos em tempos.

 

  • Se adaptar aos movimentos é a garantia essencial para a sobrevivência. Se apropriar da inovação e da tecnologia é a decisão certa para seguir gerando frutos. 

Quando se trata de Inteligência Empresarial, sair da zona de conforto do presente para entrar primeiro no futuro é a manobra correta para um profissional que pretende se manter no topo, preservando sua posição de líder capaz de conduzir uma organização inteira para dentro deste mundo novo em que cada passo precisa ser dado estrategicamente.

 

Inteligência Empresarial para reduzir custos

Com as soluções de BI, é possível reduzir custos em áreas importantes dentro da empresa. Conheça 5 delas:

 

1 – Setor de Marketing

Não há nada mais anacrônico do que aquele velho impasse na área de marketing durante um período de crise:

“Cortar ou não os investimentos nesse setor?”

Para superar esse dilema, o gestor precisa pensar e agir de maneira sustentável, de modo a oferecer recursos para que os investimentos possam continuar ou até aumentar, ainda que diante de um cenário de crise.

Marketing Digital tem se tornado a alternativa ideal para que empresas de vários segmentos possam atrair clientes alinhados aos seus produtos por meio do uso estratégico de ferramentas e dados que são aplicados em plataformas online. Isso porque valoriza muito mais a qualidade do conteúdo do que a quantidade de investimento em dinheiro.

 

2 – Setor de Compras

Para avaliar se um determinado fornecedor valerá a pena para a empresa sob o ponto de vista do custo-benefício, é importante que quesitos como a qualidadeo tempo de entrega e a eficiência do serviço sejam avaliados com precisão.

Trata-se de uma análise que faz um panorama entre as dimensões macro e micro da empresa, a partir da entrada e saída de recursos financeiros. A decisão certa sobre onde cortar e onde investir nasce a partir da leitura do todo e de quais serão as prioridades no curto, médio e longo prazos.

 

3 – Gestão de estoque

Uma gestão de estoque eficiente depende do cruzamento de informações importantes como a quantidade de produtosa validade de cada umo espaço disponível e a relação de itens mais vendidos.

Com um sistema inteligente, é possível traçar estratégias que levem em conta a oferta e a procura de produtos, relacionando essas informações com as outras áreas da empresa.

 

  • Como resultado, a redução de custos e desperdícios, além da disponibilização de informações que poderão ser usadas para aprimorar todos os processos de compra e venda.

 

4 – Gestão de Pessoas

Com BI aplicado nos recursos humanos, inúmeros benefícios podem ser alcançados:

 

  1. Estabelecer quais cargos serão eliminados, fundidos ou criados;
  2. Como conduzir os processos de demissão e contratação de funcionários a partir da necessidade da empresa;
  3. Como pensar na construção do escopo das funções dos colaboradores e o tamanho de equipes;
  4. Utilizar ferramentas que indicam o desempenho individual de cada funcionário, levando em conta a característica de sua função;
  5. Identificar quais serão as políticas de conduta que serão adotadas, bem como atividades extras envolvendo o RH da empresa.

 

5 – Setor de vendas

É central aumentar as vendas e melhorar o relacionamento com os clientes de modo a conhecê-los cada vez mais:

 

  1. A partir da análise de dados, identificam-se quais os produtos menos vendidos, e como criar estratégicas para reverter essa queda;
  2. Elaborar ferramentas e metodologias para a realização de pesquisas de satisfação junto aos clientes e usar esses dados para aperfeiçoar os produtos e o atendimento;
  3. Traçar estratégias para diminuir gastos relativos ao processo de vendas e melhorar a fidelização de clientes.

 

  • O mercado atual anseia por gestores que cumpram com a missão de cortar despesas sem prejudicar a qualidade dos serviços. 

 

Aumente os resultados com Business Intelligence

Podemos destacar três características indispensáveis aos gestores que mais crescem dentro de um mercado altamente competitivo e em constante transformação:

 

  1. Saber gerenciar processos rapidamente, de forma inteligente e eficaz;
  2. Saber corresponder rapidamente às mudanças;
  3. Compreender com perspicácia o potencial estratégico dos dados que a empresa gera diariamente.

 

Partindo dessas informações, listamos 3 ações benéficas trazidas a partir da Inteligência Empresarial:

1 – Identificar a focar em clientes que dão maior lucro:

Formular estudos que classificam os clientes com base na frequência e no valor de suas compras e então elaborar perfis mais e menos rentáveis, para que com isso seja utilizado na construção de ações segmentadas e assertivas.

2 – Medir todas as ações de marketing:

Para que um gestor possa dominar as métricas das ações de marketing realizadas pela empresa, é essencial criar melhores condições para planejar, monitorar e avaliar o desempenho das atividades promocionais.

3 – Utilizar o BI para melhorar o ROI das campanhas:

A partir do histórico de cada cliente e das informações que são deixadas ao longo do processo de venda e relacionamento, a empresa acaba tendo a oportunidade de canalizar suas estratégicas para melhorar o Retorno Sobre o Investimento (ROI), tanto em ações específicas como em todo o setor de marketing.

Seja você um gestor com Inteligência Empresarial

Para que as empresas possam se manter competitivas no mercado e garantir que o crescimento siga dentro de um patamar progressivo, elas deverão perceber a necessidade de uma constante atualização e de absorver o Business Intelligence como parte do dia a dia na construção e na organização de todos os processos.

O gestor, como peça central dentro da organização, deve cumprir o papel da liderança que conduz toda a equipe. Para isso, é importante que ele reúna as competências necessárias.

Você está preparado?