Pré-Inscrição

O mercado imobiliário em 2019 mostra um cenário mais positivo para empresários e investidores.

Apesar da retomada aparentemente lenta, grande parte das incorporadoras e construtoras imobiliárias já vêm realizando grandes lançamentos e prevê ainda mais deles até o final do ano.

Dentro desse contexto, algumas dicas podem ser valiosas na hora de sair na frente no mercado imobiliário ainda em 2019. Veja quais e avance neste que é um dos mercados mais tradicionais e pujantes da economia brasileira!

Esteja atento à Região Sudeste

A competição na Região Sudeste está acirrada este ano. Isso porque a região é a grande praça de prospecção e investimentos dos empresários.  É o que afirma a pesquisa “Perspectiva de Mercado”, da Associação para o Desenvolvimento Turístico e Imobiliário do Brasil (ADIT Brasil).

Segundo o estudo, realizado com empresários do setor entre o fim de 2018 e início de 2019, 34% dos empresários investirá na região este ano.

Quem aparece como segundo maior local de investimento é a Região Nordeste (26%), seguido pela Sul (25%), Centro Oeste (12%) e Norte (3%).

Assim, vale uma atenção maior na região que abarca Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e o Espírito Santo, que promete um boom no mercado.

Utilize o CRM imobiliário

Em um cenário digital como o que vivemos, não dá para ficar refém de milhares de papéis e tabelas de Excel, não é mesmo? Uma das ferramentas imprescindíveis para um bom gestor imobiliário é o uso de um CRM voltado para o mercado imobiliário.

Nele, você consegue armazenar todas as informações dos clientes e o seu relacionamento com eles, desde o primeiro contato com a incorporadora e construtora até a conversão em venda. 

Além disso, com o CRM você também consegue uma melhor organização de sua carteira de clientes, tendo uma visão geral de tudo e conseguindo pensar estrategicamente os seus próximos passos. 

Contratos digitais

Seguindo o mesmo princípio de uma melhor gestão e um uso mais sustentável de papéis, uma prática que também tem sido adotada pelos grandes players do mercado imobiliário é o uso de contratos digitais.

Com ele, além da sustentabilidade, a segurança também é garantida. Os contratos digitais são criptografados de ponta a ponta, o que assegura a identidade e dados de corretores, gerentes e clientes – algo que o contrato impresso não traz.

Sem falar na praticidade e no ganho de tempo e produtividade para os dois lados. O contrato digital pode ser assinado em qualquer lugar do mundo, sem que, necessariamente, o comprador precise ir até a construtora.

Invista em sua capacitação e na de seus colaboradores

Se capacitar nunca é demais. E isso vai de participação em congressos e workshops até cursos e especializações mais robustas.

Uma dica é o Conecta Imobi, o maior evento de marketing, vendas e tecnologia voltado para o mercado imobiliário.

São mais de 6 mil profissionais do mercado totalmente voltados para imersão e networking, em dois dias de evento – esse ano, ele será realizado nos dias 24 e 25 de setembro, em São Paulo.

O MBA em Gestão: Incorporação e Construção Imobiliária da MMurad/FGV também é outra dica valiosa. A especialização desenvolve uma visão holística das atividades de desenvolvimento imobiliário, com foco nas atividades de incorporação e construção de edificações.

“O conteúdo inclui desde fundamentos básicos para a gestão de negócios até as etapas essenciais do ciclo de vida dos empreendimentos imobiliários, passando por tópicos específicos de áreas afins e pelo desenvolvimento de habilidades gerenciais”, explica o coordenador do curso, Daniel Falcão.

A turma da especialização, inclusive, já está confirmada, com aula inaugural no dia 30 de maio. Inscreva-se aqui.

Assista os vídeos institucionais da FGV e confira o porquê do MBA FGV ser a melhor opção para sua carreira.

A meta de toda empresa é aumentar seus lucros ao mesmo tempo em que reduz seus custos. As soluções de Business Intelligence (BI) garantem o alcance desse objetivo dentro de um mercado cada vez mais fluido e competitivo.

A pergunta que fica é: 

Quem será a pessoa responsável por conduzir sua empresa dentro desses novos tempos? A resposta pode ser você!

Inteligência é sair da zona de conforto

  • O ditado diz que é inteligente quem sabe que sempre precisa aprender um pouco mais.

A falta de visão macro sobre o negócioo mercado e o público, pode travar as possibilidades de crescimento da empresa. Uma organização que quer crescer é aquela que sobrevive muitos anos e se dispõe a se transformar de tempos em tempos.

 

  • Se adaptar aos movimentos é a garantia essencial para a sobrevivência. Se apropriar da inovação e da tecnologia é a decisão certa para seguir gerando frutos. 

Quando se trata de Inteligência Empresarial, sair da zona de conforto do presente para entrar primeiro no futuro é a manobra correta para um profissional que pretende se manter no topo, preservando sua posição de líder capaz de conduzir uma organização inteira para dentro deste mundo novo em que cada passo precisa ser dado estrategicamente.

 

Inteligência Empresarial para reduzir custos

Com as soluções de BI, é possível reduzir custos em áreas importantes dentro da empresa. Conheça 5 delas:

 

1 – Setor de Marketing

Não há nada mais anacrônico do que aquele velho impasse na área de marketing durante um período de crise:

“Cortar ou não os investimentos nesse setor?”

Para superar esse dilema, o gestor precisa pensar e agir de maneira sustentável, de modo a oferecer recursos para que os investimentos possam continuar ou até aumentar, ainda que diante de um cenário de crise.

Marketing Digital tem se tornado a alternativa ideal para que empresas de vários segmentos possam atrair clientes alinhados aos seus produtos por meio do uso estratégico de ferramentas e dados que são aplicados em plataformas online. Isso porque valoriza muito mais a qualidade do conteúdo do que a quantidade de investimento em dinheiro.

 

2 – Setor de Compras

Para avaliar se um determinado fornecedor valerá a pena para a empresa sob o ponto de vista do custo-benefício, é importante que quesitos como a qualidadeo tempo de entrega e a eficiência do serviço sejam avaliados com precisão.

Trata-se de uma análise que faz um panorama entre as dimensões macro e micro da empresa, a partir da entrada e saída de recursos financeiros. A decisão certa sobre onde cortar e onde investir nasce a partir da leitura do todo e de quais serão as prioridades no curto, médio e longo prazos.

 

3 – Gestão de estoque

Uma gestão de estoque eficiente depende do cruzamento de informações importantes como a quantidade de produtosa validade de cada umo espaço disponível e a relação de itens mais vendidos.

Com um sistema inteligente, é possível traçar estratégias que levem em conta a oferta e a procura de produtos, relacionando essas informações com as outras áreas da empresa.

 

  • Como resultado, a redução de custos e desperdícios, além da disponibilização de informações que poderão ser usadas para aprimorar todos os processos de compra e venda.

 

4 – Gestão de Pessoas

Com BI aplicado nos recursos humanos, inúmeros benefícios podem ser alcançados:

 

  1. Estabelecer quais cargos serão eliminados, fundidos ou criados;
  2. Como conduzir os processos de demissão e contratação de funcionários a partir da necessidade da empresa;
  3. Como pensar na construção do escopo das funções dos colaboradores e o tamanho de equipes;
  4. Utilizar ferramentas que indicam o desempenho individual de cada funcionário, levando em conta a característica de sua função;
  5. Identificar quais serão as políticas de conduta que serão adotadas, bem como atividades extras envolvendo o RH da empresa.

 

5 – Setor de vendas

É central aumentar as vendas e melhorar o relacionamento com os clientes de modo a conhecê-los cada vez mais:

 

  1. A partir da análise de dados, identificam-se quais os produtos menos vendidos, e como criar estratégicas para reverter essa queda;
  2. Elaborar ferramentas e metodologias para a realização de pesquisas de satisfação junto aos clientes e usar esses dados para aperfeiçoar os produtos e o atendimento;
  3. Traçar estratégias para diminuir gastos relativos ao processo de vendas e melhorar a fidelização de clientes.

 

  • O mercado atual anseia por gestores que cumpram com a missão de cortar despesas sem prejudicar a qualidade dos serviços. 

 

Aumente os resultados com Business Intelligence

Podemos destacar três características indispensáveis aos gestores que mais crescem dentro de um mercado altamente competitivo e em constante transformação:

 

  1. Saber gerenciar processos rapidamente, de forma inteligente e eficaz;
  2. Saber corresponder rapidamente às mudanças;
  3. Compreender com perspicácia o potencial estratégico dos dados que a empresa gera diariamente.

 

Partindo dessas informações, listamos 3 ações benéficas trazidas a partir da Inteligência Empresarial:

1 – Identificar a focar em clientes que dão maior lucro:

Formular estudos que classificam os clientes com base na frequência e no valor de suas compras e então elaborar perfis mais e menos rentáveis, para que com isso seja utilizado na construção de ações segmentadas e assertivas.

2 – Medir todas as ações de marketing:

Para que um gestor possa dominar as métricas das ações de marketing realizadas pela empresa, é essencial criar melhores condições para planejar, monitorar e avaliar o desempenho das atividades promocionais.

3 – Utilizar o BI para melhorar o ROI das campanhas:

A partir do histórico de cada cliente e das informações que são deixadas ao longo do processo de venda e relacionamento, a empresa acaba tendo a oportunidade de canalizar suas estratégicas para melhorar o Retorno Sobre o Investimento (ROI), tanto em ações específicas como em todo o setor de marketing.

Seja você um gestor com Inteligência Empresarial

Para que as empresas possam se manter competitivas no mercado e garantir que o crescimento siga dentro de um patamar progressivo, elas deverão perceber a necessidade de uma constante atualização e de absorver o Business Intelligence como parte do dia a dia na construção e na organização de todos os processos.

O gestor, como peça central dentro da organização, deve cumprir o papel da liderança que conduz toda a equipe. Para isso, é importante que ele reúna as competências necessárias.

Você está preparado?

Criado em 2016, o Like Clube é a primeira plataforma de e-commerce do Brasil dedicada exclusivamente ao mercado de assinaturas. Antes de se tornar realidade, o projeto nasceu a partir de uma disciplina acadêmica chamada: Plano Integrado de Negócios (PIN). Nela, o estudante tem a oportunidade de exercitar sua inventividade a partir do que aprendeu até então sobre Empreendedorismo e Gestão de Negócios. O exercício prático é tão valorizado ao longo dos estudos que alguns projetos acabam saindo da perspectiva de um trabalho de MBA para ganhar o mercado.

Nesta entrevista, Leonardo Menegucci fala sobre sua empresa, os desafios e as conquistas até aqui e também sobre a importância da MMurad/FGV em sua trajetória. Antes como estudante e hoje como um gestor que coloca em prática sua vocação empreendedora através de um negócio com pretensões inovadoras dentro do mercado, nosso entrevistado mostra por que sempre vale a pena investir em conhecimento de qualidade.

MMurad/FGV:Quando e como surgiu a ideia de fazer o Like Clube?

O Like Clube é hoje um marketplace de assinaturas, ou seja, um e-commerce a reunir diversas empresas que comercializam produtos e serviços de forma recorrente.
Mas, embora tenhamos aberto a empresa com este modelo de negócio sofisticado e inovador, a ideia inicial, concebida em 2015, era bem mais amadora: como eu não conseguia decidir qual seria o melhor segmento para abrir um clube de assinaturas, resolvi criar três empresas e comercializar suas assinaturas no mesmo site, respeitando a distinção das identidades visuais e dos produtos de cada uma. Foi então que vislumbrei o potencial que teria um espaço que reunisse clientes de diversas empresas habituados a comprar através desta modalidade de consumo.

MMurad/FGV:De que maneira a disciplina Plano Integrado de Negócios, da sua pós na MMurad/FGV, contribuiu para que você pudesse transformar seu projeto em algo que se concretizou para além da fronteira acadêmica?

A disciplina em questão me proporcionou um aprimoramento intelectual, a oportunidade de ser orientado por um profissional da área e o privilégio de contar com contribuição de amigos que desenvolveram o Plano de Negócio da empresa junto comigo. Sem eles é possível que o Like Clube ainda estivesse no papel.

MMurad/FGV:Quais os principais desafios você encontrou pelo caminho e de que maneira eles foram superados?

Convencer a minha mãe de que empreendedorismo é melhor que concurso público foi e tem sido um desafio, e para falar a verdade não sei vai deixar de sê-lo. Acostumar o público capixaba com as vantagens de se consumir por assinatura também é desafiante, porque não é um segmento muito usual por aqui.

MMurad/FGV:Qual a proposta do Like Clube? Quais as novidades a empresa pretende oferecer ao mercado?

Nossa proposta é concentrar em um só espaço diversas empresas que comercializam produtos e serviços através de planos e assinaturas, sendo referência neste setor.

O modelo de negócio por si só já é uma novidade, já que somos o primeiro marketplace do Brasil neste modelo. Mas também pretendemos nos diferenciar na linguagem e na abordagem junto ao cliente, oferecendo um tratamento próximo e uma experiência leve e divertida. Um exemplo é a substituição do tradicional e cansativo email “SAC@” pelo nosso “contecomnossaastucia@”, nosso canal de atendimento ao cliente.

Além disso, por hospedarmos empresas que tem clientes com mais diversos perfis, é importante ao Like Clube a compreensão da pluralidade. Nós trabalharemos com público e produtos que vão do universo nerd ao fitness, da cerveja aos livros. É por isso que somos, desde a nossa logo, pretos e brancos, rosas e azuis, porque a diversidade é bacana e o respeito às diferenças é parte da experiência oferecida pelo Like Clube. Como é muito difícil encontrar empresas com esse perfil, acredito que esta também seja uma novidade.

MMurad/FGV:Como foi a sua experiência de estudar na MMurad/FGV?

Eu fui à aula experimental me achando novo, pensava que MBA era para grandes gestores. Mas da maneira que é oferecido pela MMurad/FGV hoje o curso atende muito bem tanto o profissional mais experiente quanto o jovem mais entusiasta.

E o networking que você faz na FGV é muito forte. Mesmo eu não tendo um perfil comercial eu encontrei dentro e fora de sala clientes, sócio e investidores.

MMurad/FGV:Quais os conselhos você daria para as pessoas que estão na dúvida se vale ou não a pena fazer um MBA? E quais as dicas você dá para quem pretende empreender, mas ainda se sente inseguro?

O MBA em Gestão Empresarial vale muito a pena para quem não é formado em Business, porque nos proporciona uma visão holística do quê é o universo de gestão, com capacitação em diferentes áreas.

Com relação aos riscos de empreender, começar pequeno é uma dica óbvia, mas muito eficiente. Começar junto com alguém, mesmo que não seja um sócio, também ajuda. Fora isso, capacite-se, pese a mão no planejamento e busque aquilo que te encoraja e te inspira. Teve uma época que eu ouvia muito aquela música do O Rappa que diz “o mar escuro trará o medo lado a lado com os corais mais coloridos”.

A experiência do Leonardo pode servir de inspiração para a sua carreira tomar novos rumos, repletos de novos projetos e grandes realizações nascidas a partir da sua coragem de aprender e investir.