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Com um novo governo, é normal se perguntar como ficará a relação do Brasil com o exterior. São muitas as variáveis a se considerar dentro deste cenário e um bom gestor deve estar preparado para o que pode vir.

Saiba como!

Analisando o comércio exterior brasileiro

O comércio exterior nada mais é que a negociação (importação e exportação) de produtos e serviços entre países. Mas isso você provavelmente já sabe.

O que talvez nem todos saibam é que até bem recentemente, na década de 60, o Brasil limitava sua exportação a apenas produtos primários, como o café e o algodão. Hoje, nossa carteira de produtos já é bem diversificada, com exportações de produtos como calçados, tecidos, alimentos industrializados, suco de laranja, entre outros.

Apesar de não ter grande destaque para um país emergente e ser muito dependente de commodities, a balança comercial brasileira costuma registrar ótimos números. Em 2017, tivemos um superávit de quase US$ 67 bilhões na balança comercial, o maior resultado desde 1998, e fechamos abril deste ano com superávit de US$ 6,061 bilhões.

Entre os principais parceiros comerciais do Brasil estão a União Européia, os Estados Unidos, Argentina, Paraguai, Uruguai, México, Chile, China, Taiwan, Coréia do Sul, Japão e Arábia Saudita.

Novas perspectivas

Novas perspectivas se abrem quando um novo governo assume a presidência. Assinatura de novos acordos comerciais internacionais, aumento da participação do comércio exterior no PIB brasileiro e maior independência em relação ao Mercosul são exemplos de ações que estão na agenda ministerial.

No entanto, para além disso, é preciso uma visão global de tudo, que ajude a competitividade do Brasil perante o mundo. Uma das formas de se fazer isso é através da redução da carga tributária brasileira, outra proposta do novo governo através da Reforma Tributária.

Pensamento macro

Para estar preparado para o que está por vir e ajudar na competitividade das empresas brasileiras, seus gestores precisam ter um pensamento macro, identificando oportunidades e ameaças ao negócio.

A expectativa de crescimento do PIB mundial, por exemplo, é de que ele cresça 3,3% em 2019, o pior resultado desde 2009. Estados Unidos e China também vêm travando diversos conflitos comerciais, e ambos são parceiros do Brasil nesse sentido.  O que pode ser oportunidade e o que pode ser ameaça nisso? É necessário bastante cautela e análise de riscos.

Além disso, também é fundamental para os empresários saber identificar as melhores ferramentas para as operações de exportação e importação, bem como para a gestão de contratos e finanças internacionais.

Um dos diferenciais do MBA em Gestão: Comércio Exterior e Negócios Internacionais da MMurad/FGV  é dar base aos gestores quanto a essas ferramentas, como explica o coordenador do curso, Miguel Lima.

“Com as ferramentas corretas, pensamento analítico e visão sistêmica global, o gestor consegue realizar suas negociações internacionais com eficiência, e esse é um de nossos principais objetivos”, explica Lima.

A turma do MBA em Gestão: Comércio Exterior e Negócios Internacionais está confirmada, com encontro inaugural no dia 30 de maio! Inscreva-se aqui.